Mestre: Heitor
Jogadores: Balbi, Fernando, Marcos, Pedro.
Maldições Danadinhas
As pequenas e numerosas sprites coninuaram perturbar a todoss com o assédio ao pobre Baudolino, mesmo depois do grupo montar o acampamento para passar a noite.
Com efeito, Leonel, Aron e Yekaterina não conseguem repouso suficiente para recuperar suas magias, ficando a sacerdotiza particularmene irritada com as espivitadas e oferecidas fadinhas.
Conforme levantam acampamento e as sprites se ensarilham e discutem em torno de Baudolino, Yekaterina vai chegando a seu limite até que lança sobre uma delas uma magia de silêncio, impedindo que fizessem mais barulho com suas vozes irritantes.
Elas resolvem então rondar e atazanar Yekaterina, que perde a cabeça de vez e parte para o ataque, esmagando uma por uma com sua maça, sendo ajudada pelos demais. Uma delas, acertada por Baudolino, é a portadora da magia de silêncio e as demais voltam a emitir sons. Juntam-se e amaldiçoam a sacerdotiza, dizendo que seus dentes iam ficar moles e cair, e o guerreiro de Perrutti, praguejando que seu braço da espada ficaria mole. E deu certo.
Todos teriam se irritado ainda mais se Leonel não tivesse resolvido o assunto com uma magia de sleep que as fez dormir todas e caírem rumo ao abismo da cordilheira.
O grupo resolve prolongar o repouso para que consigam decorar magias e pela tarde Yekaterina cura as maldições de todos com magias de Remove Curse.
Os Ambegs
O grupo sobe nos tapetes e vassouras voadoras e continuam a subir pelos espinhaços da cordilheira, seguindo as imensas escadas na pedra e as indicações do mapa do tesouro. Em pouco tempo a temperatura cai bastante e o ar começa a ficar rarefeito. Não demora, podem avistar de longe, bem alto, construções gigantescas e, junto delas, três gigantes. É o objetivo do mapa.
Se aproximam e Leonel faz sobre um deles uma magia de charm person, conquistando a amizade do gigante de nome Tog, que apresenta seus amigos Dolg e Convensolg. A eles é pedido que levem o grupo aos líderes, no que dizem que podem fazer o contrário: levar os líderes até eles.
Assim o grupo conhece o ainda maior Pepsicog, líder de um grupo dos Ambegs, que os liderou na Guerra Seca, que deixou para trás seu reino atual para voltar às origens, naquele majestoso local. Os que ficaram são liderados, segundo Tog, por Cocacog. Todos são bastante civilizados apesar de rudes.
Yekaterina se apresenta, dizendo que leva a palavra de Tromus. Pepsicog ouve atentamente erelata animado que seu povo já venerou o Panteão de Algazur, indo conversar com seu povo a respeito da novidade, deixando o grupo assentar fora das construções.
O Templo dos Ambegs
Depois de algum tempo, volta Pepsicog com um grupo de seis outros gigantes, desta vez sem Tog. Chamam Yekaterina ao templo; o grupo acompanha. O caminho desce as colinas e passa por colossais construções na pedra, moradias ainda inabitadas, ocupando o espaço em camadas como um bolo, acompanhando o geomorfologia da montanha. A escada desce em degraud de 10 a 15 metros de altura. Depois de cerca de 200 metros, o templo, com muitas rochas trabalhadas e símbolos sagrados de diferentes deidades. Próximo ao templo, um imenso e imponente salão real.
Pepsicog explica brevemente sua história, sua vontade de reocupar o antigo lar de seu povo e o quão benéfico poderia ser incorporar novamente o culto a Tromus dentre os seus.
Cerimônia a Tromus
Yekaterina então pede que Pepsicog convoque todo seu povo para participar de uma cerimônia de consagração do templo a Tromus. Discursa longamente utilizando a história dos Ambegs, dizendo que Tromus não é apenas o deus da morte, mas também do renascimento, do ciclo da vida, e que era chegada a hora de abençoar o renascimento daquela ancestral cidade.
Pede que o povo faça um sacrifício em homenagem a Tromus. Pepsicog diz que não há muitos gigantes e que não era bom que ninguém se martirizasse. Dolicog oferece alguns goblins que guardava em uma gaiola, para horror da espada goblinóide de Leonel.
Yekaterina nega, e pergunta a Dolicog o que ele achava daqueles Goblins; ele responde que são pequenos, irritates, sujos e inúteis. A sacerdotiza diz que não serviriam então, porque deveria ser sacrificado algo que fosse valorizado e estimado.
Fantog então oferece de sua gaiola uma ave Roc, alimento muito apreciado pelos Ambegs, e oferece a Tromus. O animal é sacrificado e seu sangue lava e consagra o tempo a Tromus, dando início à cerimônia, que se alonga pela tarde até o início da noite.
Ao final de tudo, Yekaterina pergunta a Pepsicog se ele pretende se tornar sacerdote de Tromus perante os Ambegs. Ele diz que é um fardo grande e que já é muito atarefado. Indica sua esposa, Tang. Yekaterina a coloca então à prova.
Aponta seu dedo à gigante e invoca o raio da morte de Tromus, que poupa a filha do líder do clã dos Tangamandápios, apontando sua nova sacerdotiza.
Pega Ladrão!
Enquanto Yekaterina realizava a cerimônia, Aron se esgueirava pelas construções dos Ambegs atrás do tesouro indicado no mapa. Fantag, que deixara a cerimônia mais cedo volta à casa e sente o cheiro do elfo enquanto vasculhava um enorme baú de pedra cheio de riquezas e consegue agarrá-lo em apenas uma mão mesmo ele estando sob efeito de uma magia de invisiibilidade.
Fantag leva apressadamente Aron ao templo e o entrega a Pepsicog, que pede explicações. O grupo convence que o elfo havia se perdido e ficara invisível para se proteger, não para xeretar. O líder aceita as desculpas e a cerimônia se encerra com festejos.
Gigantes vs Goblins
O grupo resolve passar a noite nas instalações dos gigantes mas Leonel se mostra bastante desconfortável com os gigantes, inconformado com os goblins aprisionados em jaulas.
Em conversa, o grupo decide visitar Gzitt, partindo pela manhã, guiados por Baudolino, que viaja na direção do caminho percorrido pelo goblin quando foi atrás de suas importunas fadinhas danadinhas. Os heróis percorrem uma estreita e perigosa garganta e sobrevoam uma pequena trilha que parecia indicar o caminho certo.
No paredão do outro lado da garganta, então, avistam um matilha de lobos saírem e entrarem em alguns túneis. A espada goblinóide dá a Leonel o sentimento de que são lobos utilizados por goblins e tudo indica que as cavernas levam aos domínios de Gzitt. Depois de seguirem horas, a fenda termina e os paredões se encontram, terminando a trilha em grandes entradas, muito escuras, na pedra crua.
Seguindo a espada, Leonel direciona o grupo. Muito à frente, encontram-se com alguns goblins verdes, da mesma raça de Gzitt aparentemente. O mago fala de Gukiraki III e um diálogo se inicia até que Diuff, o anão, é notado e atacado sem cerimônia. Os heróis intervém e resolve a situação com apenas uma baixa goblin, com Leonel jogando um feitiço de charm monster que conquista a amizade quase incondicional das criaturas.
Os goblins os guiam através de uma passagem secreta, outras passagens escondidas, inúmeros e labirínticos túneis talhados na rocha não por eles ou anões – talvez até por humanos, segundo Diuff – até o reino goblin no interior da montanha. O caminho foi tão longo e complicado que nem mesmo o scroll of mapping portado por Baudolino serviu.
Cidadela Goblin
Chegam finalmente à cidadela, bem construída e sólida, erguida sobre as ruínas de colunas, escadas e estruturas de pedra abandonadas há muito. A vila goblin é ocupada por dezenas de goblins; infinitamente menos numerosa esta tribo com comparação aos Gunar, mas o caos é comparável, proporcionalmente. Fica claro que ainda há muito espaço a ser ocupado e que o lugar comportaria muito mais criaturinhas iguais àquelas.
Pedem a Zoubulf, um dos goblins encantados por Leonel, que leve o grupo a Gzitt ou Gukiraki III, apresentando Laio como Rei de Godrixia. Muitos goblins demonstram curiosidade e acompanham a comitiva pelos corredores. A espada de Leonel percebe que aqueles eram goblins de tribo diversa da tribo de Gukiraki, mas que pertenciam todos à mesma raça e linhagem. O mago se sentiu muito confortável com a proximidade daquele povo e sueu estado de espírito foi visível.
Eis que o grupo chega ao trono de Gukiraki, imponente, usando um cetro, manto e coroa perante seus súditos, que não pouparam cerimônias para seu soberano. O grupo se apresenta e se diz em missão diplomática por Godrixia, buscando aliança. Durante a conversa, Leonel insiste em se referir àqueles goblins como “nosso povo”, e começa a ficar evidente a influência da espada sobre ele.
Gukiraki explica que seu povo está retornando, que fez chamado para reunir novamente toda sua linhagem e unificar os reinos goblins que se encontram espalhados e frágeis. Yekaterina fala dos Gunar e no mesmo instante o soberano goblin os desmerece e seu povo cospe no chão, quebra coisas, inicia uma gritaria até que o soberano pede silêncio para ouvir melhor o que a clériga tem a dizer.
Yekaterina então continua, dizendo que portava a voz de Tromus, mas Gukiraki diz que seu povo venera outra deidade. A sacerdotiza contemporiza, dizendo que Tromus vem de um grande panteão e que a presença de seu culto não prejudicaria o outro credo, mas de forma geral fica claro que o soberano goblin não tem muita disposição de receber o deus da morte.
Baudolino fala a respeito dos gigantes Ambegs e Gukiraki cospe no chão. Yekaterina revela que o grupo fez aliança com eles, e que se aceitaram o culto de Tromus, para desconforto do rei goblin. Aron afirma que a aliança é provisória e a sacerdotiza confirma e diz que o conflito entre o povo goblin e os gigantes não desagrada o deus que representa. Que vencerá o mais digno.
Gukiraki volta a falar sobre a história de seu povo e o expurgo que sofreram daquelas montanhas no passado nas mãos dos anões. Reclama que hoje está tudo tomado por orcs e gigantes e diz que sua linhagem precisa de estabilidade na região para voltar em peso.
O Trato com Gukiraki
O grupo sugere então que os Goblins se preparem para o conflito. Gukiraki gosta da idéia, principalmente se conseguir a ajuda de Leonel e dos demais para expulsar os gigantes, seu primeiro alvo.
Baudolino negocia e pede que em troca do apoio, todo o tesouro fique com o grupo. Gukiraki aceita, mas com a condição de que fique com ele o tomo que os gigantes guardam, possivelmente mágico, e que guarda um enorme conhecimento a respeito dos caminhos da Cordilheira da Espinha, que tornaria o conflito com os orcs mais fácil. O trato é feito, desde que o acesso ao livro fosse liberado sempre que os heróis quisessem.