Participaram da primeira sessão presencial:
Heron – Pandoramix Ikki – Druida meio-elfo
Andrade – Tok-tok – Anão Guerreiro
Como velhos conhecidos da guilda do Leão Prateado os nossos heróis seguem seus afazeres de aventureiros o que nesse momento é tomar uma boa dose de cerveja e aproveitar os espólios da última empreitada. Alguns dias se passam e as peças de ouro vão rareando levando os aventureiros procurarem mais uma vez trazer a justiça e bondade a esse mundo cão( e ganhar alguns POs ao mesmo tempo). Entrando em contato com o seu contato na guilda, o velho Duval chama-os para a Cervejaria Lua Azul. Após a primeira rodada da ótima cerveja de Kemara Garrafarrom, Duval os fala de uma possível empreitada para o mestre armeiro Teldorthan que estava na cervejaria também.
A oferta é a seguinte: Resgatar uma mercadoria roubada por um bando de kobolds. Existe uma suspeita do local do covil, seria uma antiga mansão, que hoje está em ruínas e seria um abrigo perfeito para um bando de kobolds. O local é conhecido como Salão dos Kobolds. Seria uma incursão para recuperar essa valiosa mercadoria. A negociação começa e depois de algumas canecas de cerveja fica acertado em 150 PO pra cada caso a mercadoria seja recuperada e a incursão será de 2 dias no máximo. Se demorar mais do que isso os custos terão que ser revistos. Apertos de mão e brindes consolidam o negócio e o mestre armeiro revela qual é a mercadoria, escamas de dragão verde.
Na primeira luz os dois aventureiros partem para a estrada em direção ao Salão dos Kobolds. Duval os leva pela estrada em montarias da guilda e fala que vai espera-los na estrada até o escurecer.
O druida logo consegue achar o rastro do ataque da caravana e conta um grupo de pelo menos 5 kobolds devem ter atacado os mercadores. Seguindo a trilha eles logo encontram a ruína da mansão. Uma mureta destruída contorna toda a propriedade mais um rastro de uso é claramente visível na vegetação. Esse rastro leva a entrada de uma cripta a frente da mansão e parece bem utilizado.
Observando ao longe o druida tem uma brilhante ideia. Olha para o anão e apenas fala:
“Bode expiatório!”
Em uma transformação grotesca ele torna-se um bode e caminha em direção a entrada da cripta. Contorna a casa em forma de cabrito e tempera o ambiente com sonoros berros repetitivos:
BEEEEEEE BEEEEEEE
Finalmente a porta da cripta se abre e um kobold avista o nosso druida ainda na sua forma caprina. Pensando em uma boa costela de bode o kobold se lançam em perseguição. Rápido como um bode quando foge Ikki corre do kobold mas em direção ao escondido Tok-tok. Um banque seco é tudo que se segue o kobold desfalece com o peso do martelo do anão. Um sorriso o bode repete a estratégia, mas agora vai direto na porta da cripta e batendo com a pata na porta berra alto:
“BE BEEEEE BEE BEEEE BE BE” Que significa em bodês
“EI GALVÃO VAI TOMAR NO CU” – (Tradução livre)
Mas dois kobolds saem da porta e com a mesma estratégia um deles morre mais o outro consegue fugir e volta pra cripta. Após breve discussão os heróis entram na cripta e descem uma escadaria. Um breve encontro se seguem em um salão de pedra e logo vasculham a primeira sala. Nenhum sinal de mercadoria roubada.
Mais um corredor aparece e uma escada descendo e eles dão de cara com um salão de templo e mais dois kobolds adoram um altar. Um embate rápido se segue, mas com uma complicação a mais devido a armadilhas de setas montadas em armaduras nas paredes. Com o templo devidamente limpo os herois seguem.
Mais uma escada e agora barulho alto e animação no próximo salão. Kobolds a partir de uma plataforma elevada, arremessam uma pedra imensa presa ao teto para derrubar pilhas de ossos em cima de caixões. Usando o Anão como escudo o druida derruba os kobolds um a um com seus relâmpagos certeiros. Avançando para a porta que da acesso as plataformas elevadas, o anão corre atrás de um kobold assustado que em uma ato de desespero se lança da plataforma para atacar o druida. Erra miseravelmente e nem percebe que logo atrás dele vinha o anão voando em sua torrente de metal e esmaga sua cabeça com seu martelo que também passa a centímetros da cabeça do druida.
Mais um salão limpo, mas nenhum sinal da mercadoria roubada.
Será que nossos heróis vão continuar superando as dificuldades uma após a outra?

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