Horizontes

K'n-yan, parte 1

August 14, 2012 01:03

A descida

  • Cabala desce por uma escadaria imensa em um túnel de pedra, com algumas estátuas em alcovas aos lados. Depois de muito tempo, a escadaria termina e o túnel se abre em uma ampla caverna, a parede atrás deles na verdade um pilar. A caverna é iluminada por inteiro por uma luz azulada, que parece emanar da própria atmosfera, fazendo com que a distância se perca em uma névoa de luz.
  • O Sr Fonseca indica um caminho até a cidade dos que habitam abaixo. Ele diz que eles devem descer mais, mas os caminhos estão fechados, e os que habitam lá foram os que fecharam. Depois, se despede, e sobe novamente as escadas.

Elemental de terra

  • O caminho é extremamente longo, e passa por uma vala com centenas de metros de profundidade e largura. Greg pede a Luna para que converse com “o espírito do chão”, para que torne o caminho mais curto para eles.
  • Um Elemental de Terra os ajuda, criando uma rampa que desce suavemente até o fundo da vala, em troca de uma das últimas baterias de Quintessência de Greg.

Passeando pela fissura

  • Ao longe, avistam uma criatura curiosa passando apressadamente. Dona se perde nas rugosidades da caverna. Os outros decidem parar e esperar por ela.

Os “unicórnios”

  • Enquanto esperam por Dona, Greg, Luna e Manoel vêem um bicho meio homem, meio unicórnio se aproximar. Ele parece curioso, e chama outros semelhantes.
  • Dona chega, e consegue se comunicar mentalmente com as criaturas, que parecem ter sido treinadas para isso. Elas dizem que vão chamar o mestre.
  • As criaturas são substituídas por outras semelhantes, mas estas carregam em suas costas cadáveres humanos segurando lanças; elas ficam paradas, barrando o caminho e esperando.
  • Quando avançam em direção às criaturas, o grupo descobre que os cadáveres não estão mortos, e estão de fato cavalgando os homens-unicórnios. Os cadáveres voltam à posição de espera assim que o grupo recua o passo; e começa o jogo de espera.

Os cadáveres

  • Sem paciência para esperar, o grupo sugere que seja levado ao mestre. Os homens-unicórnios ficam confusos, se comunicam com outros distantes por meio de berros repetidos e ecoados à distância, e concordam.
  • Dois dos homens-unicórnios sem cadáveres nas costas se oferecem de carona. O grupo passeia montado durante meia hora, e ao longe avistam uma construção como uma fortaleza na parede oposta da fenda, para onde se dirigem.
  • Nas escadarias subindo para a fortaleza, passam por vários cadáveres: eles parecem montados a partir de pedaços, ou mutilados e depois recompostos e reanimados, e parecem ser a força de trabalho do local.

O homem-espírito

  • Os magos são levados até uma sala, onde são deixados para esperar sozinhos. Depois de um período curto, um homem azul e brilhante atravessa a porta oposta da sala, e se solidifica logo em seguida, perdendo seu brilho. Ele tem uma aparência indígena das tribos norte-americanas; se veste em roupas claras de tecido grosso e com adereços metálicos nos pulsos e pescoço.
  • O homem se apresenta como X’clo’tlan, e se mostra muito curioso sobre o grupo. Ele se comunica com eles telepaticamente, e quando lhe contam que desejam apenas passagem para as cavernas mais abaixo, se propõe a levá-los para sua cidade, para falar com os Anciões. Lá, o grupo espera encontrar uma última passagem aberta.
  • Eles iniciam sua viagem até a cidade subterrânea de Tsath, montados nos homens-unicórnio e seguindo X’clo’tlan, através de uma planície vasta e rochosa, até um novo abismo. Desta vez, não é uma vala atravessando a caverna, mas uma vasta depressão, se extendendo até o limite da visão. Ao pé da parede, inúmeros cadáveres trabalham numa área pantanosa, no que parece ser um plantio. À direita, um rio corta a planície, entrando em uma fenda no paredão; à esquerda, a planície se torna novamente rochosa, e à distância se destaca um pilar monumental, do chão ao teto da caverna, com quase um quilômetro de altura e algumas dezenas de largura, ao redor do qual está construída a cidade de Tsath.

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